Halo 5: Guardians – Crítica

Halo 5: Guardians alcançou todas as expectativas que a 343 Industries provocou. O exclusivo do Xbox One surpreendeu a todos ao inovar sua jogabilidade dando ao público um game de tiro onde o jogador tem uma overdose de adrenalina.

O jogo aprimorou sua narrativa tornando-a menos meritória, assim, os jogadores conseguem focar melhor nos eventos que acontecem. O enredo salta entre a Fireteam Osiris (liderada por Locke) e o Blue Team (norteada pelo Master Chief) cujos pontos de vista são apresentados ao jogador de uma maneira consecutiva. Contudo, infelizmente a trama soa confusa para aqueles que não acompanhavam a franquia (tanto nos jogos como em outras mídias) motivos pelos quais algumas pessoas podem se sentir dispersas na história.

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Fireteam Osiris

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Team Blue

Sobre a jogabilidade citada à cima, Halo 5: Guardians trouxe algumas mudanças divertidas e interessantes, como o Ground Pound que se resume em um novo ataque que permite ao jogador socar seu adversário de cima para baixo com auxílio dos thrusters. Halo 5 reprime as divisão de telas no multiplayer; outra mudança que também foi muito bem aceita são as Habilidades Espartanas, as quais substituem os atributos da armadura.

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Óbvio que a polêmica Zona de Guerra (Warzone) não poderia deixar de ser comentada. Separado do multiplayer (cujo nome agora é Arena), o novo modo consiste em 12 jogadores enfrentando outros 12 somados a inimigos e chefes de fase, os quais são controlados por inteligência artificial. Para melhores resultados, Halo 5 desafia os jogadores a terem uma boa comunicação e cooperação, pois, em mapas extensos e adversos, os mesmos tem como objetivo alcançar 1000 pontos para vencer. Em seu lançamento, o jogo disponibilizou seis mapas da Warzone, porém mais seis mapas serão concedidos futuramente.

Outro quesito muito interessante é o Requisition (REQ). Com ele, o jogador pode adquirir pacotes que contém vários itens – entre ele armas e armaduras – usando pontos que o mesmo ganha após finalizar suas partidas.

No Modo Arena, o jogador não pode “baixar a guarda”, contudo isso não impede a diversão que envolve esses campos de batalhas.

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Algo que comoveu muito foi a espetacular trilha sonora, a qual fez os batimentos cardíacos acelerarem loucamente. Adicionada em momentos bem escolhidos, a sensação que foi transmitida aos jogadores é a de realismo e responsabilidade da Microsoft; responsabilidade que foi vista novamente nos magníficos gráficos. Do cenário aos personagens, o competente trabalho artístico é de significativa importância para que todos os jogadores possam vivenciar intensamente Halo 5: Guardians, o qual, sem exagero, é um dos melhores lançamentos do ano.”

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