Need For Speed – Crítica

“Quando mais novo, lembro-me de passar horas jogando Need For Speed: Underground juntamente com meus amigos; então – obviamente – a ansiedade por Need For Speed era desmedida.

Durante meses, a expectativa para esse game foi fortemente impulsionada devido ao constante e eficiente marketing, contudo a mesma foi abalada com o resultado que a Eletronic Arts (EA) entregou.

Competindo com jogos como Forza Motorsport 6, Need For Speed parou no tempo restituindo ao público algo completamente já visto dentro da franquia, apenas com aprimoramentos em seu gráficos. Em sua redita fantasia, o jogador não experimenta nada inédito, pois o mesmo é novamente exposto a uma história simples de um corredor de rua, fato que: em meio a um mundo onde carros saltam de prédios, torna Need For Speed anacrônico.

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Durante as cutscenes, o jogador tem o campo de visão do protagonista, circunstância que é bem interessante para o mesmo fruir do belíssimo design que o game possui; mas, tendo uma relevância considerável, a prosa entre os personagens não foi atrativa e apresentou-se descartável.

Sobre a customização dos carros, essa se mostrou satisfatória. Com um menu mais fácil de se navegar, o jogo manteve os itens já existentes que agora podem ser encontrados com mais facilidade.

A diferença na jogabilidade é quase inexistente, pois as únicas sensações novas (em comparação aos outros jogos) são as propostas pelos controles dos consoles. Esse fator foi decepcionante levando em conta que, o jogo deveria trazer novidades afinal, pelo o que foi noticiado pela Ghost Games, esse seria inolvidável.

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Em meio a altos e baixos, a desenvolvedora provou sua dedicação dando a todos um jogo onde o nível de particularidades no cenário e o realismo dos personagens é deslumbrante. Cuidando minuciosamente de cada detalhe, o jogo é extremamente bem iluminado e objetivo, com um mapa grande que cria diversas aprazíveis panoramas, dando – pela primeira vez – alguma sensação real ao jogador.”

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